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Nietzsche e a crítica da linguagem como produtora de “verdades”

  • Autor/ Organizador: Joelson Araújo
  • ISBN: 978-85-425-0790-4
  • Ano de publicação: 2018
  • Linha editorial
  • Coleção/ Série
  • Tipo de publicação: Digital
  • Formato/suporte: Adobe PDF
  • Número de páginas: 135
  • Palavras-chaves: Nietzsche, Filosofia alemã, Linguagem e línguas
  • Link para baixar o livrohttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/25476
  • Sinopse: Na perspectiva de Nietzsche, a Filosofia, como a Ciência e a Religião, não é capaz de dizer as verdades que tanto desejamos. Por quê? Pelo simples motivo de que tudo que falamos sobre as coisas é produto da linguagem, e a linguagem é um sistema de signos inventado por nós, humanos, demasiadamente humanos. A linguagem dá nome a todas as coisas, mas os nomes não dizem a verdade das coisas. A linguagem é uma espécie de teia que jogamos sobre o mundo. Jogamos e esquecemos que jogamos, alerta Nietzsche, e por isso acreditamos em nossas "verdades". Em seu trabalho de dissertação, bem escrito, bem fundamentado, Joelson Araújo se dedicou a esclarecer a interpretação nietzschiana sobre a relação entre linguagem e verdade, e suas análises nos mostram que, para o filósofo alemão, a Filosofia (como a Ciência e a Religião), por se apoiar em pilares totalmente insólitos, não tem o poder de dizer verdades absolutas, mas, em contrapartida, pode e deve dizer não verdades relativas, isto é, pode e deve dizer verdades poéticas. Fernanda Bulhões
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