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Arquitetura em cidades “sempre novas”: modernismo, projeto e patrimônio

  • Autor/ Organizador: Rubenilson Brazão Teixeira (Organizador), George Alexandre Ferreira Dantas (Organizador) 
  • ISBN: 978-85-425-0625-9
  • Ano de publicação: 2016
  • Linha editorial
  • Coleção/ Série
  • Tipo de publicação: Digital
  • Formato/suporte: Adobe PDF
  • Número de páginas: 483
  • Palavras-chaves: Arquitetura moderna, Projeto arquitetônico, Patrimônio cultural, Planejamento urbano, Arquitetura paisagística urbana, Renovação urbana, Arquitetura – Conservação e restauração
  • Link para baixar o livrohttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21143
  • Sinopse: Arquitetura em cidades “sempre novas”: modernismo, projeto e patrimônio. Com essa chamada, a 4ª edição do encontro DOCOMOMO Norte-Nordeste, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal, no período de 29 de maio a 02 de junho de 2012, reuniu um conjunto de trabalhos, mesas e conferências para pensar o processo de renovação arquitetônica e urbana de nossas cidades partindo da questão central de que o gosto pelo novo, pela novidade, torna rapidamente obsoleto aquilo que, quando surgiu, também era novo, moderno. O encontro contemplou uma diversidade de enfoques distribuída em três eixos temáticos:1) A arquitetura moderna como projeto; 2) experiências de conservação e transformação; e 3)narrativas historiográficas, na observação da especificidade da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo no Brasil. Este livro, se organiza segundo cinco abordagens que estão subjacentes aos três eixos temáticos acima mencionados: a) trajetórias profissionais; b) a presença modernista em cidades brasileiras; c) a documentação, conservação, projeto e restauro; d) reflexões sobre a produção modernista e, finalmente, e) a tecnologia e desempenho. Para cada abordagem, foram selecionados alguns trabalhos representativos apresentados na ocasião. Espera-se contribuir, com esse livro, para o debate sobre a aparente – ou, para muitos, real – contradição entre a necessidade de renovação constante de nosso ambiente construído – afinal, a arquitetura e a cidade são por natureza dinâmicas – e a necessidade de preservação, particularmente do legado modernista inscrito em nossa paisagem urbana, ameaçado de extinção pelo descaso, pelo abandono ou pela transformação descabida.
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