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A economia norte-rio-grandense e a crise de 1929

  • Autor/ Organizador: Marconi Gomes da Silva (Org.), Geraldo Gurgel de Azevedo (Org.), Márcia Maria de Oliveira Bezerra (Org.)
  • ISBN: 978-85-7273-355-7
  • Ano de publicação: 2009
  • Linha editorial
  • Coleção/ Série
  • Tipo de publicação: Impresso
  • Formato/suporte: Papel
  • Número de páginas: 95
  • Palavras-chaves: Economia, História, Rio Grande do Norte, Economia
  • Sinopse: Na medida em que o algodão adquiria importância na economia norte-rio-grandense, fruto do aprofundamento da integração da mesma na Divisão Intranacional do Trabalho, delineava-se uma política algodoeira que visava respaldar as necessidades de expansão da cotonicultura neste estado. Nos anos 1920, essa política algodoeira se consolidou tendo como suporte o controle político do governo estadual pela oligarquia algodoeira seridoense. A partir desta década a intervenção do Estado na economia passou a ser mais efetiva e racionalizadora.
    Para aproveitar as possibilidades de mercado que se lhe apresentaram, a cotonicultura potiguar contou, em grande parte, com as mudanças requeridas para tal e, a participação do Estado, nesse sentido, foi fundamental. A articulação da economia do Rio Grande do Norte aos mercados externo e interno, via cotonicultura, lhe proporcionou bom dinamismo, pois os níveis de atividade dessa cultura, embora oscilantes, foram capazes de impulsionar outros setores da economia. Dentre as atividades impulsionadas pelo crescimento da cotonicultura, destacou-se o comercio e, em especial, o natalense.
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